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Fonte:
http://exame.abril.com.br/tecnologia/iphone/noticias/veja-como-sera-o-iphone-5-da-apple

Elegemos este site como o que detém informações
atualizadas e completas acerca deste produto para você. (transcrição
parcial)
Tradicionalmente, a Apple apresenta uma nova
geração do iPhone todos os anos, durante sua conferência para
desenvolvedores que acontece em junho, na Califórnia. Mas, neste
ano, há dúvidas sobre a data do lançamento. O motivo é o terremoto
no Japão, que teria prejudicado o fornecimento de alguns componentes
fabricados naquele país. De qualquer modo, mesmo que o novo iPhone
atrase, o lançamento, ao menos nos Estados Unidos, não deve passar
de outubro, para que a Apple possa aproveitar as vendas de fim de
ano. Ainda não se sabe, com certeza, como será o novo celular. Mas
há informações sobre ele, supostamente obtidas de fabricantes de
componentes e outros parceiros da Apple, circulando na internet.
Veja, nas próximas páginas, algumas das novidades que deverão estar
no iPhone 5.
É possível que o iPhone 5 tenha as
laterais retas, com o iPhone 4; ou que elas sejam chanfradas, como
no iPad 2. Qualquer que seja o formato, o smartphone deve ficar mais
fino. Além disso, é praticamente certo que o vidro traseiro será
substituído por uma carcaça metálica. E é muito provável que a Apple
ofereça duas opções de cores para a parte plástica do smartphone –
branco e preto –, como acontece com o iPad 2. Fora isso, há um rumor
persistente, mas muito provavelmente falso, de que o iPhone 5 não
teria o botão Home. Tecnicamente, esse botão é desnecessário.
Poderia ser substituído por algum gesto na tela sensível ao toque.
Mas o botão torna o uso do iPhone (e do iPad) mais intuitivo para
quem não está habituado com o aparelho. Assim, é provável que a
Apple o mantenha. E, se alguém ainda sonha com um iPhone com teclado
físico, é melhor comprar outro smartphone. A probabilidade de a
Apple oferecer essa opção é praticamente zero. A ilustração ao lado,
do site chinês Taobao, mostra o que parece ser um falso iPhone.
É quase certo que o iPhone 5 tenha tela de 4
polegadas, em vez das 3,5 polegadas da geração atual. Essa
informação foi divulgada por vários noticiários asiáticos, como o
China Times. Supostamente, ela vazou de fabricantes de
componentes. Já a resolução da tela deve continuar a mesma. Há dois
motivos para isso. Primeiro, a resolução da tela Retina do iPhone 4
já uma das mais altas entre os smartphones. Não haveria melhora
significativa das imagens se ela fosse aumentada. O outro motivo é
que uma mudança de resolução poderia trazer incompatibilidade com os
aplicativos existentes. Assim, há 90% de chances de a resolução
continuar sendo de 960 por 640 pixels, como no iPhone 4. Na imagem
ao lado, uma ilustração de como poderá ser o iPhone 5 na visão do
site francês
Nowhere Else.
A câmera principal do iPhone 5 deverá ser de 8 megapixels, em
vez dos 5 megapixels do iPhone atual. O CEO da Sony, Howard Stringer,
deixou escapar essa informação durante uma entrevista. Ele disse
que a Sony fornecerá os sensores de imagem para o iPhone 5. Há uma
chance razoável de que essa câmera seja capaz de fazer filmagens em
resolução full HD (1080p). Há, ainda, uns 60% de probabilidade de a
Apple incluir alguma forma de conexão HDMI no iPhone. Essa conexão
já existe em vários smartphones de outros fabricantes. Ela permite
usar um cabo para ligar o celular a um televisor, de modo que vídeos
e fotos sejam exibidos na tela grande. O iPad 2 requer um adaptador
(vendido separadamente) para que essa ligação seja feita (foto ao
lado). Pode acontecer o mesmo com o iPhone 5. Já as chances de o
iPhone 5 ter um receptor de TV embutido são quase nulas.
A possibilidade de a Apple adotar
tecnologias de imagem 3D no iPhone 5 – como acontece no smartphone
Optimus 3D (foto ao lado) da LG – vem sendo debatida desde que
se descobriu que a empresa da maçã registrou duas patentes
relacionadas com isso. A primeira patente descreve uma tela que
permite a visualização de imagens tridimensionais sem o uso de
óculos especiais. A segunda é sobre uma pequena câmera para captação
de imagens estereoscópicas. Mas não há indícios de que a Apple vá
realmente implantar essas tecnologias no iPhone 5. As
declarações de Howard Stringer, o CEO da Sony, dão a entender
que o smartphone da Apple terá uma câmera convencional de 8
megapixels. A tela 3D até poderia aparecer no smartphone sem uma
câmera com essa capacidade, como acontece no videogame
Nintendo 3DS, mas seus benefícios seriam bastante limitados.
Assim, é mais provável que a Apple continue desenvolvendo essas
tecnologias para, talvez, usá-las em algum produto futuro.
Há uns 70% de chances de que o iPhone 5 traga
um transceptor de NFC (Near Field Communications), uma conexão por
rádio de baixa potência que deverá ser usada principalmente para
pagamentos eletrônicos. Ao pagar uma compra numa loja ou a conta do
restaurante, por exemplo, bastará aproximar o iPhone do terminal de
pagamento para realizar a transação. Esse recurso está presente em
vários dos smartphones com o sistema Android, do Google, anunciados
neste ano. O Google já tem acordos com empresas como
Citigroup e Mastercard para pôr esse sistema em funcionamento,
mas é provável que isso só aconteça, na prática, em 2012. Para a
Apple, o NFC é uma chance de usar, para outros tipos de pagamento, a
estrutura que ela já usa para fazer as cobranças na loja iTunes.
Além dos pagamentos, o NFC tem outras utilidades. Deve permitir, por
exemplo, o uso do celular no lugar do cartão de embarque em
aeroportos ou do bilhete em ônibus e trens.
O iPhone 5 deve ser vendido já com o uma nova versão do
sistema operacional, o iOS 5. Ele deve trazer, entre outras
novidades, aperfeiçoamentos no recurso de comando por voz. O iOS 5
deve ser anunciado no início de junho, antes do iPhone 5. Isso é
necessário para que os desenvolvedores de aplicativos tenham tempo
para criar programas que aproveitem os novos recursos do sistema. A
Apple também parece estar ampliando sua estrutura de computação em
nuvem. A empresa adquiriu, recentemente, uma enorme quantidade de
equipamentos para armazenamento de dados da EMC. Isso pode indicar
que a empresa prepara uma nova versão dos seus serviços online
Mobile Me, com novos recursos. Outra possibilidade é a empresa estar
desenvolvendo uma versão do player iTunes baseada na nuvem.
O processador Apple A5, com dois núcleos, já fez sua estreia
no iPad 2 (foto ao lado). É provável que seja usado também no iPhone
5. O poder de processamento maior vai viabilizar coisas como a
filmagem em alta resolução, que exige bastante do processador.
Também deve possibilitar a criação de jogos mais elaborados para o
iPhone, além, é claro, de evitar que o aparelho fique lento quando o
usuário inicia várias tarefas ao mesmo tempo. O iPhone 4 está
disponível com 16 e com 32 GB de memória. É provável que essas duas
opções sejam mantidas ano iPhone 5, mas pode aparecer, também, um
modelo de 64 GB. O tempo de uso por carga da bateria deve ser igual
ou um pouco menor que o do iPhone 4. O processador com dois núcleos
vai consumir mais energia; e a Apple, para manter o iPhone leve e
fino, não deve instalar uma bateria maior nele.
Como o iPhone 4, o novo modelo deverá
estar disponível em versões GSM e CDMA. Este último padrão não é
mais usado no Brasil, mas ainda é forte nos Estados Unidos e na
Ásia. É até possível (mas não muito provável) que a Apple opte por
produzir um modelo compatível com as duas redes, em vez de modelos
específicos para cada uma delas. Há uma chance razoável (50%,
digamos) de a Apple oferecer algum modelo do iPhone 5 compatível com
redes celulares 4G LTE. Já há alguns aparelhos baseados no sistema
Android com essa característica. Por enquanto, ela é inútil para os
brasileiros, já que não há redes 4G no país. Para a Apple, seria
sobretudo uma maneira de conservar sua imagem de fabricante de
produtos avançados. Por outro lado, se alguém estiver sonhando com
um iPhone com lugar para dois chips de operadoras, pode esquecer.
Ele não virá.
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