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Fonte:Website -
http://info.abril.com.br/reviews/hardware/notebooks/msi-gt660.shtml
Elegemos este site como o
que detém informações concretas e relevantes acerca deste
produto para você.
Como todo
laptop para games, o
MSI GT660 investe no design nervoso – tem linhas modernas,
que lembram um diamante negro, mas dispensa adereços exagerados,
como desenhos de machado e asa de dragão. Também não é tão
pesado, com 3,4 quilos, mas peca pelo material de qualidade
duvidosa. No fim das contas, pode valer a pena pela
configuração, com chip Core i7 e
placa de vídeo com 1 GB de memória, além de duas portas USB
3.0. Por tudo isso, o preço de 4.999 reais pode ser considerado
honesto.
Brilhante e bem nítida, a tela de 16 polegadas só desagrada os
jogadores por causa da resolução, que não é full HD. Ela tem
apenas 1.366 por 768 pixels. Ao menos é iluminada por LED. Esse
tipo de emissor de luz também está presente na traseira, nas
laterais e na frente do
notebook, mas apenas por decoração, na cor laranja. A
lateral acende e apaga de acordo com a música que o tocador está
reproduzindo no momento.
 
Dois programas interessantes acompanham o produto. Um deles
gerencia todas essas luzes externas. Se quiser, você pode
desligar tudo ou ainda fazê-las piscar de acordo com o
processamento de informações pelo computador. Outro configura os
botões do mouse
MSI, vendido juntamente com o
notebook. O acessório, com precisão de 3.200 CPI, funciona
de maneira personalizada (os botões laterais podem mudar de
função), mas é leve demais, o que pode dificultar na hora de
jogar.
O sistema de som do
MSI GT660 é da marca Dynaudio, que impressiona pelos graves.
São dois alto-falantes, um em cada lateral, e mais um subwoofer
pequeno na parte de baixo. O áudio com músicas ou efeitos
sonoros é bastante encorpado, sem exagero em nenhuma frequência.
O maior problema é mesmo a fragilidade do material com o qual as
caixinhas são construídas. Durante o teste, a grade preta não
pareceu bem fixada e fez até um pequeno rangido quando mexemos
nela com o dedo.
Também chama a atenção pelo acabamento ruim a área sensível ao
toque acima do teclado. Apertando essa chapa de plástico com
certa força, ela simplesmente afunda. Pelas funções, esses
comandos agradam. Com apenas um toque, é possível ligar ou
desligar o ventilador interno, mexer no clock do processador e
habilitar as conexões
Wi-Fi e Bluetooth. Para quem está acostumado a usar atalhos
do teclado, há muitas opções acessadas em conjunto com a tecla
Fn. E para facilitar a vida dos jogadores, os botões W, A, S e
D, assim como os direcionais no teclado numérico, são pintados
de vermelho.
Entre as conexões, o destaque são as duas portas USB 3.0, que
permitem transferência veloz entre a máquina e dispositivos de
armazenamento compatíveis. Também há outras duas USB 2.0, uma
eSATA e uma HDMI. A placa wireless segue o padrão
802.11n, e a entrada de rede é Gigabit Ethernet. O ponto
negativo é a ausência de um leitor de Blu-ray, item mais do que
desejável num computador vendido por esse preço.
O
MSI GT660 tem a seguinte configuração: chip Core i7 de 1,6
GHz, três pentes de memória de 2 GB cada, totalizando 6 GB que
trabalham em 1.066 MHz, e 1 terabyte dividido em dois discos
rígidos de 500 GB cada. Seu maior destaque, no entanto, é a
placa de vídeo
GeForce GTX 285M, com 1 GB de memória dedicada. É um dos
melhores chips gráficos encontrados entre os laptops para games
disponíveis no Brasil, mas não chega aos pés da série GTX 400,
que equipa os modelos topo de linha gringos.
Na prática, as boas especificações renderam desempenho acima do
esperado nos testes do INFOlab. O modelo conseguiu 6.239 pontos
no PCMark Vantage, que mede a performance geral, e 12.684 pontos
no 3DMark06, um benchmark de gráficos em terceira dimensão. Os
dois resultados são recordes para a categoria, entre os modelos
avaliados por nós. No jogo Call of Juarez, com todas as
configurações no talo, o
notebook trabalhou reproduzindo a média de 28,7 quadros por
segundo.
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