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Fonte:
http://info.abril.com.br/reviews/hardware/smartphones/motorola-spice-xt300.shtml

Elegemos este site como o que detém informações
atualizadas e completas acerca deste produto para você. (transcrição
parcial)
O Spice XT300, da Motorola, é um bom
smartphone básico para falar e se comunicar pela internet. Tem
acabamento elegante e teclado físico Qwerty deslizante. As teclas de
formato arredondado são práticas para quem manda muitas mensagens ou
vive nas redes sociais. O aplicativo Flashback reúne torpedos e
tuítes numa linha do tempo interativa, que facilita a consulta. Há
também um player de música com bons recursos. Para vídeo, o Spice já
não é tão bom. Sua tela tem baixa resolução, assim como o sensor da
câmera. Além disso, com 1,7 centímetro de espessura, ele se torna
incômodo quando é carregado no bolso.
Armado com Android 2.1, o Motorola Spice aposta em um design mais
antiquado, com tela menor e teclado QWERTY com slide na posição
vertical, como acontecia com os smartphones na época do N95 (Nokia).
Pode parecer estranho, de início, mas o teclado físico do Spice
torna a digitação bastante confortável. A tela de 3 polegadas, com
240 por 320 pixels não é nenhum cinema, mas para o uso comum a um
smartphone ela cumpre seu papel. A navegação na internet, bem como a
execução de vídeos e músicas é agradável. O touchpad traseiro, que
pode parecer uma inutilidade, quebra o galho em algumas situações
específicas, como clicar em um botão ou link pequeno, o que pode ser
um verdadeiro problema com os dedos. Mas no uso geral ele passa
despercebido.
O processador MSM7225 de 528MHz, da Qualcomm, não parece dos mais
velozes. Principalmente se compararmos com velocidades oferecidas
pelos concorrentes. Mas ele comporta as funcionalidades tradicionais
do aparelho, como acessar e-mails, deixar uma música tocando ao
fundo e abrir o navegador para expandir um link contido na mensagem.
A lentidão é sentida em aplicações mais pesadas, como QuickOffice
(que acompanha o produto), jogos e na navegação pelos contatos
enquanto se está em ligação.
Para visualizar documentos o tamanho da tela prejudica muito. O
QuickOffice permite visualizar arquivos de Word, Excel e PowerPoint,
que ficam espremidos na tela e, mesmo com zoom, a leitura é
desconfortável. O programa não suporta PDFs, mas há aplicativos
gratuitos na Android Market que cumprem esse papel.
As medidas de 6,1 por 9,7 por 1,7 centímetros
fazem do Spice um “pequeno gordinho”. Seu peso de 145 gramas também
pode incomodar a maioria dos usuários. Carregar ele no bolso ele é
bastante desconfortável. Nas mãos, no entanto, ele é confortável.
Seu design em plástico preto é bastante elegante. Ele traz detalhe
metálico ao redor da tela, botões laterais para volume e travamento
do aparelho e um led de notificação acima da tela, que muda de cor
conforme a situação. Sentimos falta de uma tecla dedicada para a
câmera.
A câmera de 3,2 megapixels do Spice também não é grande coisa. As
fotos em 2048 por 1536 pixels, e os vídeos em 640 por 480 a 25
quadros por segundo estão longe de serem espetaculares. Mas, para
registrar o básico ela tem seu valor. Mas tenha em mente, o registro
de imagens, tanto estáticas como em movimento, não é o forte desse
aparelho.
Um ponto positivo do Spice é a forma de lidar com
o conteúdo multimídia, em especial as músicas. O smartphone suporta
os formatos MP3, WAV, WMA e AAC para áudio, além de MP4, WMV, H.263
e H.264 para vídeo. O player de música tem visual bastante agradável
e integra serviços online, como recuperação de capas de álbuns, tags
completas das músicas e exibição de letras. Ele também conta com um
repertório de rádios online (ShoutCast). O aparelho também acompanha
o MotoID, que identifica a música tocada no ambiente. O recurso é
divertido, principalmente para aqueles momentos que não lembramos
por nada o autor ou intérprete.
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