|
Fonte:
http://info.abril.com.br/reviews/hardware/notebooks/msi-u270.shtml

Elegemos este site como o que detém informações
atualizadas e completas acerca deste produto para você. (transcrição
parcial)
Desde que os tablets contornaram a falta de um
teclado físico com o uso de docks, a expectativa de vida dos
netbooks se tornou cada vez mais curta. No entanto, ignorando as
especulações apocalípticas, essa categoria ainda leva vantagem em
termos de desempenho e conectividade. O U270 não é extraordinário,
porém não deixa de ser um exemplo de que os netbooks ainda atendem a
um nicho de mercado.
Quem se aventurasse a abrir essa máquina encontraria a APU Brazos
Zacate E-240, da AMD. Traduzindo, trata-se da combinação de um
processador single core com uma unidade de processamento gráfico (GPU)
relativamente avançada. Falar em processadores de um núcleo nos dias
de hoje pode desanimar quem quer que esteja interessado em comprar
um notebook, mas tal reação seria precipitada. A diferença entre um
multi-core e um single core não é tão abissal quanto parece e, em
grande parte dos casos, só se torna evidente quando o usuário roda
vários aplicativos ao mesmo tempo. No mais, a plataforma Brazos
ainda representa o que a AMD tem de mais recente em termos de
processamento para máquinas ultra-portáteis. Enfim, a experiência de
uso do U270 pode não ser tão fluida quanto seria com um processador
multi-core, mas esse fator sozinho não determina se a máquina é boa
ou ruim.
Seguindo adiante com o tema configuração, a controladora de vídeo
integrada a essa APU é a AMD Radeon HD 6310. 949 MB de memória estão
disponíveis para o processamento gráfico, sendo que 384 MB são
dedicados e 565 MB são compartilhados com o sistema, bons números
para um netbook. Um aspecto interessante é o suporte a DirectX 11, o
que habilita a tesselation e permite usar a GPU para tarefas que não
envolvem gráficos propriamente, como a aceleração dos efeitos de
física. Resumindo, embora não se possa esperar muito do U270, ele
mais do que capaz de reproduzir vídeos em HD e até dá conta de rodar
jogos do porte de um Modern Warfare 2 nas configurações mais baixas.
Por fim, esse netbook possui 320 GB de HD e 2 GB
de RAM, doses razoáveis de memória. O conjunto desses circuitos
rendeu ao U270 679 pontos no PCMark7, um desempenho que está longe
de ser espetacular, mas dentro do esperado.
Assim como na configuração, o quesito conectividade tem seus altos e
baixos. É possível transmitir vídeo tanto por um saída HDMI quanto
por uma VGA. A troca de dados pode ser feita através de uma
Ethernet, um leitor de cartão (XD, SD, MMC e Memory Stick) e de 3
USB. Aliás, uma das USB surpreende por ser 3.0, a nova e mais rápida
versão da porta. Há ainda uma P2 para fones e outra para microfones.
Essa máquina conta com a essencial Wi-Fi n, mas peca por deixar de
lado o Bluetooth.
Na seara do software, o U270 é simplesmente
decepcionante. Ele não oferece nada além da versão mais básica do
Windows. Sim, ele possui uma barra de atalhos chamada S-bar povoada
por aplicativos, mas estes são de utilidade questionável, para dizer
o mínimo. A barra também foi muito mal implementada: suas letras e
ícones têm aparência serrilhada e tradução falha.
Um ponto importante a ser analisado para julgar um netbook é a
duração da bateria e o U270 é decepcionante nesse aspecto. Com
apenas 85 minutos de uso intenso, ele obteve uma das piores marcas
já registradas pelo INFOlab na categoria. Essa é, em parte, uma das
contrapartidas do bom processamento gráfico mencionado acima. Outra
justificativa é o fato de que o U270 utiliza um processador single
core, que é menos eficiente que as versões multi-core. Também pode
ser apontado o fato de que a bateria só possui três células.
Para
retornar a página anterior, clique aqui.

|