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Elegemos este site como o que detém informações
atualizadas e completas acerca deste produto para você. (transcrição
parcial)
Este elegante Dell é o notebook mais fino do
mundo entre os modelos com tela de 15,6 polegadas com Windows. Seu
corpo de alumínio anodizado tem 2,47 centímetros de espessura, pesa
dois quilos e meio e abriga configuração azeitada. O conjunto
formado por processador, memória, HD e placa de vídeo tem
componentes modernos e na medida para um topo de linha. Mas no lugar
do gravador de DVD poderia ter um drive de Blu-ray. A conexão inclui
saídas HDMI 1.4 e miniDisplayPort, além de duas interfaces USB 3.0 e
tomada que aceita dispositivos USB 2.0 e eSATA. Nos testes do
INFOlab, o XPS 15z foi muito bem nos medidores de desempenho. A
configuração avaliada custa 4699 reais no site da Dell, com entrega
em 34 dias.
Mas a pergunta é: o XPS compensa essa etiqueta de preço assustadora?
Sem dúvida, a configuração oferece bastante poder de fogo. Por baixo
do corpo insuspeito encontramos um processador Intel Core i7 2620M
de dois núcleos e quatro threads. Tais números podem não ser não ser
muito impressionantes no contexto dos substitutos de desktop, mas
com um clock de 2,7 GHz e um overclock dinâmico de até 3,4 GHz, esse
processador não vai titubear durante a esmagadora maioria das
atividades. Além disso, trata-se de um Sandy Bridge, o que garante
um desempenho gráfico bem razoável mesmo quando a placa de vídeo
estiver desligada.
Falando em placa de vídeo, o XPS possui
uma NVIDIA GeForce 525M, com 2 GB de memória dedicada e suporte, é
claro, a DirectX 11. Ela se encontra no limite entre as placas
intermediárias e as avançadas no que toca processamento gráfico para
notebooks, o que garante um desempenho forte na hora de rodar games
e editar imagens. Para completar a lista de especificações, vale
ressaltar que vai ser difícil esgotar a memória dessa máquina: são 8
GB de RAM e 750 GB de HD.
Mas não é somente pela configuração em si que o
XPS merece atenção. Ao abrir esse notebook, fica claro que a Dell se
esforçou para alojar cada componente em seu devido lugar da maneira
mais eficiente possível. O resultado é um notebook que, pelo
hardware que contém, poderia muito bem ser mais corpulento, mas que,
graças a um bom trabalho de engenharia, pôde manter uma carcaça
esbelta e elegante.
O que nos leva à questão inicial, esse
notebook vale os quatro dígitos do preço? Quando comparado a
desktops (que é, afinal o objetivo dessa categoria), o preço ainda é
muito elevado para essa configuração. No entanto, quando comparado a
outros notebooks avançados, o XPS desponta com uma boa relação
custo-benefício.
Esses circuitos renderam ótimos resultados nos benchmarks. No PCMark
7, que mede o desempenho geral da máquina com o Windows 7, o XPS
cravou 2385 pontos, uma marca excelente. O resultado não foi tão
brilhante no 3DMark 11, que avalia especialmente a performance
gráfica do computador: apenas 892 pontos. Isso não significa, no
entanto, que o XPS não é uma máquina excepcional na seara do vídeo.
Ela pode não ser tão rápida, mas, com toda essa memória disponível,
a GeForce 525M se destaca principalmente na edição de filmes e
imagens.
Deve haver algum bom motivo (leia-se “corte de custos”) para optar
por um drive DVDRW em lugar de um leitor de Blu-ray. Mas, seja ele
qual for, essa escolha não deixar de prejudicar o XPS na comparação
com notebooks similares. Fora esse deslize, a Dell merece elogios
por ser capaz de acomodar um número razoável de conexões no corpo
exíguo dessa máquina.
Colocando de lado o convencional, ou seja,
ethernet, leitor de cartão SD, bluetooth 3.0, wi-fi n e HDMI, esse
notebook conta com algumas surpresas agradáveis. A primeira é a
presença de uma conexão de multimídia miniDisplayPort para
complementar a HDMI. A segunda é o fato de que duas das três portas
USB são da versão 3.0, o que abre caminho para transferências bem
mais rápidas. A terceira porta também não é convencional, pois
trata-se de uma USB 2.0 híbrida com eSATA, o que também permite
transferências mais rápidas.
Quem deseja utilizar o notebook como centro de mídia não vai se
decepcionar com o XPS. Além da tela de 15,6 polegadas, ele conta com
um excelente sistema de áudio. O volume alcançado por suas caixas é
extraordinariamente alto e o som produzido é bem detalhado. Mesmo
nos volume máximo o XPS quase não distorce o som. É verdade que ele
incapaz de reproduzir graves muito fortes, mas essa é uma limitação
esperada de um notebook. Outro diferencial é a possibilidade de
ajustar detalhes da equalização graças a um software bastante
completo.
Não fosse por alguns detalhes, o teclado desse notebook seria muito
bom. Por mais que as suas teclas sejam macias e bem moldadas, isso
não compensa a falta de retroiluminação, o tamanho reduzido das
teclas de acento e o posicionamento atípico da tecla que combina “/”
e “?”. Por outro lado, o touchpad é um dos maiores do mercado.
A bateria do XPS obteve resultados similares aos de outros notebooks
da categoria substitutos de desktop. Ela 72 minutos sob uso intenso,
uma marca adequada ao que se esperada de uma máquina com uma
configuração tão forte.
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