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Fonte:
http://info.abril.com.br/reviews/hardware/notebooks/pavilion-dv63270.shtml

Elegemos este site como o que detém informações
atualizadas e completas acerca deste produto para você. (transcrição
parcial)
Equipado com chip de quatro núcleos da AMD e
placa de vídeo Radeon HD 6550, o notebook Pavilion dv6-3270, da HP,
mostrou no INFOlab que manda bem nos jogos, alcançando boa pontuação
nas ferramentas 3DMark06 e 3DMark11, que medem o desempenho de
gráficos em 3D. O reprodutor de Blu-ray, o leitor de impressões
digitais e o acabamento em alumínio escovado garantem sofisticação a
esse
notebook . Mas o Pavilion dv-6-3270 fica devendo uma porta USB
3.0. Um detalhe que incomoda: a fileira extra de teclas à esquerda
do teclado, o que obriga a adaptação do usuário para não pressionar
o Caps Lock no lugar da letra "a".
Para um substituto de desktop, o Pavilion dv6-3270 tem um
configuração intermediária. Apesar de ainda contar com bastante
poder de fogo, o processador Phenon II N970 (clock de 2,2 GHz) já
não é de última geração. Possuir 4 GB de RAM e um HD de 500 GB
também não chega a ser um diferencial nessa categoria. A
configuração não é estelar, mas é razoável considerando o preço de
2469 reais.
Nessa mesa linha, a placa dedicada AMD Mobility Radeon HD 6550 não é
impressionante. Com 1 GB de memória dedicada, essa GPU tem suporte a
DirectX 11 e OpenGL 4.0. Em outras palavras, ela é uma porta de
entrada para os games mais modernos, embora não seja capaz de rodar
fluentemente jogos mais exigentes. Claro, considerando o Pavilion
dv6-3270 em termos mais gerais, trata-se um notebook muito potente.
Pelo simples fato de possuir uma placa dedicada ele já merece algum
destaque. Sua configuração só empalidece um pouco quando comparado a
outros substitutos de desktop.
Além disso, no final das contas, a diferença
nos testes de benchmark não foi tão grande. O PCMark 7, que analisa
o desempenho geral da máquina com o Windows 7, avaliou o Pavilion
dv6-3270 em 1973 pontos, uma boa marca. Rodar o 3DMark 11, mais
focado no processamento gráfico e nos recursos do DirectX 11, rendeu
1043 pontos a esse notebook, uma pontuação que comprova que a AMD
não fala em vão quando diz suportar DirectX 11.
Ao longo do corpo do Pavilion dv6-3270
encontramos o pacote básico de conexões. Três USB 2.0, uma eSATA
híbrida com USB, uma ethernet e um leitor de cartão SD cumprem a
função de portas para arquivos. No campo da transmissão de mídia há
duas P2 (fone e microfone), uma saída de vídeo HDMI e outra VGA.
Wi-Fi n e Bluetooth 3.0 são responsáveis pelas conexões sem fio. Um
drive leitor de Blu-ray completa a lista. A falta de USB 3.0 não
chega a ser uma falha, considerando que ainda há relativamente pouca
aplicação para essas portas. A presença dessa nova versão da porta
seria um ponto de vantagem, mas sua ausência não é um obstáculo para
o uso da máquina.
É evidente que uma máquina desse porte é mais
do que capaz de executar vídeos em alta resolução sem esforço. Como
a esmagadora maioria dos notebooks, o Pavilion dv6-3270 é incapaz de
reproduzir som com um nível de qualidade comparável à de um aparelho
dedicado. Mas, até quando comparado à sua categoria, falta potência
e há um pouco de estridência no volume máximo. Mesmo a presença das
marcas Altec Lasing e Dolby Advanced Audio não lembrou a HP de
incluir um software de equalização.
Apesar dessas mancadas no áudio, logo fica claro que a HP quis que
essa máquina servisse como centro de mídia. Além do belo display de
15,6 polegadas, o teclado e o Windows vêm com atalhos para
aplicativos de câmera, media players e até um editor de vídeo, entre
outros utilitários. Nenhum deles é extravagante, mas todos são muito
bem acabados. Assim como o
Envy Beats, essa máquina vem com a webcam embutida bem legal, a
HP TrueVision.
Como é comum em notebooks substitutos de desktop, há espaço de sobra
para um teclado grande e repleto de atalhos e. Similarmente, o
touchpad é amplo e confortável. No entanto, duas ressalvas são
necessárias. Em primeiro lugar, a tecla “?/” foi alojada em uma
posição estranha, à direita do “Ctrl” e embaixo do “Shift”. Em
segundo lugar, dois toques no canto superior esquerdo do touchpad
desativam o mesmo. É comum incluir uma função como essa, mas é uma
escolha um tanto bizarra posicioná-la no próprio trackpad.
O acabamento do Pavilion dv6-3270 é muito bom. Além de elegante, ele
aparenta ser bastante resistente. Mas, assim como todos os membros
dessa categoria, portabilidade não é o seu forte. Além de grande
(38,1 x 25 x 3,4 cm) e pesado (2,5 Kg), sua bateria não dura muito
por conta da configuração avançada. Em uso intenso, essa máquina
levou 76 minutos para apagar, um resultado previsível.
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