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Fonte:Website -
http://info.abril.com.br/reviews/hardware/smartphones/samsung-galaxy-s.shtml
Elegemos este site como o
que detém informações concretas e relevantes acerca deste
produto para você.
Misture as opções de personalização do
Android com menus ao estilo
iPhone. Agora adicione ao hardware, surpreendente pelo
desempenho, uma tela de 4 polegadas com qualidade absurda para
assistir
TV digital. Pronto, aí está o
Samsung Galaxy S, o
smartphone de categoria que os fãs do sistema operacional
esperavam. Passamos a última semana testando cada recurso do
brinquedo e achamos poucas coisas do que reclamar, além do preço
de 2.399 reais. Ele vai para as lojas em setembro.
A
Samsung chega tarde ao mercado de aparelhos topo de linha?
Talvez, mas aparece com um produto certeiro. Entre
Androids como
Sony Ericsson XPERIA X10 e
Motorola Milestone, o Galaxy S destaca-se por ser mais
rápido que o primeiro e mais bonito que o segundo. Vem com o
programa em sua versão 2.1, memória interna de 16 GB e
processador com frequência de 1 GHz. Mas, logo de cara, chama a
atenção pelo display Super AMOLED, com resolução de 480 por 800
pixels e 16 milhões de cores.
Um dos trunfos da
Samsung foi combinar a interface TouchWiz 3.0 com o
Android, sem tornar o sistema um Frankenstein. A barra na
parte inferior, fixa para as sete telas iniciais, dá acesso
rápido a discador, contatos e mensagens. O menu de aplicações
também foi repaginado – tem botões grandes, coloridos e
dispostos em três telas, que deslizam lateralmente. Alguém aí
disse
iPhone? Cópia ou não, o programa funciona bem, e muito por
causa da ótima sensibilidade do display.
XO
Samsung Galaxy S é o primeiro
smartphone sofisticado com
TV digital do Brasil, desconsiderando os modelos xing ling.
O recurso é uma exclusividade da versão brasileira e funciona
bem, com todas as limitações da transmissão 1Seg. A interface é
legal para alternar entre o guia de programação e os arquivos de
televisão gravados. Eles ficam na memória no formato MP4 e podem
ser abertos no computador. Nossa única reclamação vai para a
fragilidade da antena, muito fina.
Como plataforma multimídia, o aparelho também se destaca em
outros aspectos. Tem rádio FM com RDS e um software que trabalha
como servidor de DLNA, o AllShare. Com ele, é possível abrir em
equipamentos compatíveis, como
players de Blu-ray, arquivos de vídeo, música e foto, usando
a rede sem fio. Em nossos testes, a reprodução funcionou bem
numa
televisão da
LG, mas parte do conteúdo ficou fora da listagem. Outros
aplicativos para
Android, como o Twonky Server, mostraram-se bem melhores.
Ainda entre os recursos de entretenimento, a câmera não é nada
demais, como na maioria dos
smartphones. Ela tem um sensor pequeno de 5 megapixels , que
captura vídeos de até 720p, mas fica devendo flash. Mas
imperdoável mesmo é a falta de um botão dedicado para
fotografar. O clique só acontece por meio de um toque na tela.
Em contrapartida, há recursos avançados, como fotos panorâmicas,
detector de sorrisos e foco numa região da cena com um toque.
Outro ponto negativo do aparelho foi a dificuldade que tivemos
para sincronizar arquivos pela porta USB. Para o computador
reconhecer o aparelho como um dispositivo de armazenamento, foi
necessário baixarmos um driver no site da
Samsung e colocar o
smartphone em modo de depuração.
O
Samsung Galaxy S também acerta a mão no aplicativo Social
Hub, que permite integrar suas contas de redes sociais, como
Twitter e Facebook. Dá para adicionar um widget à tela inicial
com as atualizações de seus amigos em todas as redes
cadastradas. Se você não quiser nenhum desses recursos ativos,
basta arrastar o box para a lixeira.
Outro widget mostra seus amigos favoritos numa roleta. Basta
deslizar para cima e para baixo para alternar entre eles.
Clicando sobre as fotos, você vê uma tela com telefone e outros
contatos. Tanto as chamadas de voz como as de vídeo têm
qualidade muito boa.
Dois aplicativos interessantes da AccuWeather, pré-instalados
no aparelho, também vêm com widgets: um diário, que pode servir
para registrar viagens ou fazer um guia, e também um agregador
de RSS com notícias, temperatura e informações financeiras.
Fora isso, o programa ThinkFree, para edição de arquivos do
Office, também vem no Galaxy S em sua versão completa (que não
pode ser comprada em outros celulares, afinal aplicativos pagos
não estão disponíveis no
Android Market brasileiro). A tela grande torna o uso de
arquivos de texto agradável. E o recurso Swipe, que permite
digitar deslizando pelas letras do teclado, é uma verdadeira mão
na roda.
Cantos arredondados, tampa traseira em preto brilhante,
bordas cromadas. Só um cego não percebe a inspiração da
Samsung para o desenho do Galaxy S. É
iPhone 3GS em frente e verso. Sua vantagem é ser mais leve
(pesa 124 gramas) e possuir tela maior. O problema é a aparência
frágil. A tampa é fininha e construída com plástico de qualidade
duvidosa. O modelo tem apenas dois botões: um para ligar e
desligar e outro para controlar o volume. Também existem apenas
duas conexões, a P2 e a microUSB, protegida por uma tampa de
correr.
A duração da bateria é muito boa para
smartphones com tela grande sensível ao toque. Em nossos
testes com chamadas de voz, o modelo aguentou 9 horas e 7
minutos longe da tomada.
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