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Doméstico para todos - O jeito fácil de se informar 

Associação Nacional dos Inventores

 

Fonte: Web site ANI

A Associação Nacional dos Inventores (A.N. I) é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 1992 que tem como principal objetivo incentivar o incremento tecnológico em nosso País. A A.N.I , através de seus profissionais, especializou-se não só no patenteamento de projetos em nome dos inventores, como também na comercialização destas inovações com o meio empresarial.  

Assim sendo, a A.N.I é a primeira Associação de Inventores que procura incentivar e orientar inventores e empresas a tomarem novas diretrizes para os seus negócios.

A entidade conta com uma equipe de profissionais altamente qualificados oferecendo suporte e auxílio às pessoas que têm uma "idéia na cabeça" e não sabem como proceder para concretizá-la e rentabilizá-la para o mercado.  

Intermediamos, incentivamos e orientamos contatos entre inventores e empresas/ indústrias, para alavancar futuras negociações e abrir novas diretrizes.

Sediada em São Paulo, a A.N.I possui um acêrvo de invenções com aproximadamente 400 projetos/protótipos, onde em parceria com a Inventolândia, vem realizando um trabalho pioneiro e gratificante de mostrar ao país a importância de um novo projeto.

Criatividade e segurança 

Diferente dos países desenvolvidos, cujo topo das invenções está na área tecnológica, os inventos no Brasil atendem às necessidades do cotidiano dos brasileiros. Segurança é um dos segmentos que mais tem apresentado soluções criativas. 

Exemplo disso é a “Bolsa-alarme” criada pelo mineiro Hamilton Bandeira. A inovação visa proteger os donos de laptops e todos os tipos de bolsas. Um sistema de alarme com sensor de presença, acionado por botões por botões ou controle-remoto, dispara quando a bolsa é tocada ou mexida, evitando ser levada por estranhos. “Em Minas não temos muitos problemas desse tipo, mas sempre que ia a São Paulo para comprar componentes para minhas invenções, ficava com receio de ser furtado na rodoviária ou no aeroporto. Foi aí que pensei – essa bolsa precisa me avisar se estiver sendo roubada”, conta Bandeira. O invento foi patenteado há um ano e agora aguarda investidores interessados em sua comercialização. 

Prova de que a criatividade dos brasileiros no quesito segurança não tem limites, é a invenção de três rapazes de São Paulo, com idades entre 17 e 18 anos, ganhadores do 1º lugar do júri popular do Inova Senai 2007. Eles contam que tiveram a idéia de criar o “Capacete Sensorial”, no ano passado, enquanto ainda eram estudantes. O dispositivo não permite que a motocicleta seja ligada se o piloto não estiver usando o capacete. “Inicialmente, pensamos na segurança do motoqueiro, mas como o circuito é codificado e único para cada equipamento, passou a ser um aliado na segurança contra roubo de motos”, justifica Rodolfo Simionato Altivo, um dos criadores da idéia. No trabalho em equipe, ele foi parceiro dos amigos Artur de Carvalho e Leonardo Figueiredo. Não fosse pela ANI, o invento cairia no esquecimento, lembra o trio. Desde o final do ano, a associação providenciou a documentação para que o invento fosse patenteado em nome dos três criadores. 

Outra invenção, o “Baby Alarme”, surgiu a partir de um momento de comoção geral e solidariedade, com a triste história de um pai que esqueceu o bebê dentro do carro, em abril do ano passado. À época com um filho de 7 meses, o técnico em eletrônica Elder dos Santos, de Santa Bárbara do Oeste, interior de São Paulo, imaginou como seria possível evitar a tragédia. A preocupação o fez inventar o “Baby Alarme”, um kit para ser acoplado em cadeiras para crianças dentro do automóvel. O equipamento conta com dispositivo eletrônico, sensor de peso e alarme para alertar o motorista para a presença da criança no veículo. “Toda vez que a porta abre o alarme dispara e evita que a criança seja esquecida do carro”, explica o inventor. 

Medalha de ouro do Inova Senai 2007, Elder tratou de patentear sua criação junto ao INPI. Hoje, o protótipo desta invenção encontra-se na Inventolândia, show-room de inventos da ANI à disposição para venda de patente, licenciamento e produção. “Em pequena escala, o produto custa por volta de R$ 35,00, em larga escala o montante cai para 40%”, propõe Elder dos Santos. “Um investimento pequeno que pode salvar muitas vidas”, alerta. 

“Criatividade não falta aos inventores nacionais, o que falta é mais investimento do poder público nas inovações tecnológicas brasileiras”, sentencia Mazzei. “Com mais recursos, temos certeza que o Brasil passará a fazer parte da elite das patentes mundiais.” 

Enquanto os países desenvolvidos registram milhares de patentes por ano, no Brasil, a cada 20 mil pedidos entregues ao INPI apenas mil são registrados. Se a comparação for pelo PIB, a média do Brasil também fica abaixo à média mundial que é de 19 pedidos de patentes por US$ 1 bilhão. Nosso País registra apenas 2,8 por bilhão do PIB nacional.

No próprio site da A.N.I. há um espaço inteiramente reservado para as notícias;

Para acessá-lo basta clicar no link abaixo:

Inventa News

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