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Doméstico para todos - O jeito fácil de se informar 

Comparativo TVs de LCD para a copa

 

 

 

Fonte: Web site: Infoabril.com.br (transcrição parcial)

Elegemos este site como o que detém as melhores informações acerca destes produtos.

A televisão não precisa ser gigante para ter imagens de arrasar. Quando o espaço da sala é pequeno, como em apartamentos, às vezes um modelo de 32 polegadas já resolve.

O INFOLAB testou cinco produtos desse tamanho, ou um pouco maiores, todos com sintonizador de TV digital. Veja nossas conclusões abaixo e decida se um deles merece um lugar na sua estante durante a Copa do Mundo.
 

Assistir TV com som baixinho é frustante, mas a solução para o notívago sem um fone de ouvido com um fio de vários metros é o televisor Scarlet II 32LH70YD, o modelo com Bluetooth da LG. A conexão serve para ligar um fone sem fio. O LCD de 32 polegadas full HD chama a atenção também por reproduzir arquivos em 1.080p pela porta USB. Pela quantidade de recursos, seu preço de 2.699 reais também pode ser considerado um atrativo.

Nos testes realizados pelo INFOLAB, a comunicação por
Bluetooth foi simples e o som chegou sem interferências. Quando resolvemos tocar os vídeos na televisão, também não tivemos nenhum problema. Com um pen drive espetado na entrada USB, essa Scarlet reproduziu DivX, XviD, MPEG-1, 2 e 4, WMV e VOB, além de músicas em MP3 e fotos em JPEG.

O
televisor não economiza em conexões. Além da USB, ele tem três entradas HDMI, duas RF para plugar antenas, duas de vídeo componente e duas de vídeo composto, uma D-Sub e quatro RCA estéreo. Acompanham ainda uma saída P2 e uma digital óptica. A única chatice é concentrar todas as conexões na traseira da TV – ou seja, na hora de plugar alguma coisa, você precisa girá-la.

Assim como outros modelos da série Scarlet, a LG 32LH70YD possui um belo design. A base é móvel e espelhada, o que dá um ar mais sofisticado ao televisor. A parte inferior tem borda grande, dando a impressão de que a tela também é maior. E bem no meio desse espaço está localizado um botão circular para ligar e desligar, todo em acrílico transparente.

A tela da
televisão é fosca e não apresentou reflexos durante os nossos testes, o que é um ponto positivo. As imagens se apresentaram muito bem, tanto com filmes Blu-ray, quanto com a TV digital (o conversor é integrado). Os dois alto-falantes posicionados na traseira produziram som com nitidez e bom detalhamento. Pena que ficaram devendo potência, já que os graves foram tímidos.

Assim como nos
televisores da linha Time Machine, o modelo testado consegue gravar programas. No entanto, ele não possui memória embutida para armazená-los. Então, para transformar a TV num armazém de arquivos, é preciso conectar um HD externo à porta USB.

Mesmo nas TVs mais modernas, as melhores imagens só são conseguidas com um razoável empenho e boa percepção visual do usuário ao fazer os ajustes. Por isso, a 32PFL5604D, da Philips, merece aplausos pelo seu sistema de ajustes de imagem. Ele divide a tela e você indica qual lado das cenas exibidas tem o aspecto que mais o agrada. No final, o aparelho adota esses parâmetros.

Essa mãozinha é um bom começo para aproveitar todo o potencial da tela
full HD de 32 polegadas do modelo. Mas é claro que usuários mais experientes (ou fuçadores inveterados) poderão, a partir desse bom ponto inicial, fazer outros ajustes finos enquanto aprecia programas de TV digital ou qualquer conteúdo que chega pelas conexões HDMI e USB.

Além de filmes em DVD e
Blu-ray, nos testes do INFOLAB, a 32PFL5604D reproduziu alguns formatos de arquivos de vídeo armazenados em pen drives plugados na porta USB, o caminho mais simples e eficaz para fazer TVs como essa trabalharem como verdadeiros players.

A 32PFL5604D tocou até MPEG-4 com resolução
full HD. É claro que ela também roda os formatos mais manjados, como DivX e XviD. A mancada é que ela não reconheceu as legendas .srt, muito populares entre os brasileiros que baixam seriados e filmes. O televisor também reproduziu músicas em MP3 e fotos em JPEG.

Nas conexões, esse modelo é um prato cheio. Além da USB, ele traz três entradas HDMI, duas vídeo componente, duas vídeo composto, S-Video, D-Sub, quatro RCA estéreo e P2. Nas saídas, vem com áudio coaxial e P2 para fones de ouvido. Além disso, possui duas entradas RF para receber sinais analógicos e digitais de TV.

A
TV LCD da Philips traz boas especificações. A tela possui contraste dinâmico de 50:000:1 e taxa de atualização de 120 Hz. O brilho é de 450 cd/m2, e o tempo de resposta de 5 milissegundos está na média para esse tipo de televisor. Durante os testes do INFOLAB, a 32PFL5604D apresentou ótimas imagens tanto com Blu-ray, quanto com TV digital. Já o som dos alto-falantes mostrou detalhamento e potência razoável, mas com boa nitidez.

No design, quem gosta das
TVs magérrimas pode achar esse modelo “cheinho”, impressão causada pelo design com cantos arredondados do aparelho. As bordas têm acabamento em acrílico transparente e a base de plástico em preto brilhante é giratória. Algumas conexões ficam situadas na lateral dessa Philips, como as portas USB e uma HDMI.

Tocador de Blu-ray, home theater, decodificador digital de TV paga, videogame, notebook, filmadora... Se você pretende ligar todos esses equipamentos à sua televisão, é bom que ela tenha entradas HDMI de sobra. Essa é justamente uma das atrações da Samsung LN32B550, de 32 polegadas, que bate muitas grandonas nesse quesito. Ela tem quatro portas HDMI, imagens de fazer inveja, belo design e preço bastante atrativo: 1.976 reais.

Esse
televisor LCD traz boas especificações: a tela possui resolução full HD, contraste dinâmico de 30:000:1 e taxa de atualização de 60 Hz. O brilho é de 500 cd/m2, e o tempo de resposta de 8 milissegundos fica um pouco acima da média. Um detalhe positivo é o baixo consumo de energia: o modelo gasta 130 watts por hora. Durante os testes do INFOLAB, a LN32B550 apresentou ótimas imagens tanto com Blu-ray, quanto com TV digital. Já o som dos alto-falantes mostrou detalhamento e potência razoável, mas com boa nitidez.

Quando se trata de conectividade, a
televisão não vem com papo de economia. Ela tem com duas entradas RF (uma analógica e outra digital), quatro HDMI, duas vídeo componente, duas vídeo composto e D-Sub. Traz também saída de áudio óptica, RCA estéreo e P2 para fones de ouvido. Esse modelo também possui porta USB, mas, infelizmente, não toca arquivos de vídeo armazenados em pen drives. Apenas músicas em MP3 e WAV e fotos em JPEG. A interface de navegação do conteúdo é bonita e amigável.

Como sempre, as
TVs da Samsung chamam a atenção pelo design estiloso. Com esse modelo, não é diferente. Ele faz parte da linha Touch of Color e tem bordas elegantes em acrílico transparente. Embaixo do LCD existe uma área com botões sensíveis ao toque. Também há um painel de conexões na lateral da televisão, e a base de vidro é giratória, facilitando o acesso às conexões traseiras.


 

 

Se 32 polegadas são pouco para os olhos e 42 polegadas são muito para a estante, a solução pode estar no meio-termo. Com tela de 37 polegadas, a Viera TC-L37G11B, da Panasonic, faz parte da primeira linha de TVs de LCD full HD da marca com sintonizador digital. Quem se liga só em especificações técnicas olha o modelo com desconfiança. No entanto, a qualidade da imagem convenceu plenamente nos testes e o som com graves fortes surpreendeu. O modelo custa 2.199 reais.

A tela com resolução de 1.920 por 1.080 pixels apresenta taxa de contraste de 20.000:1, tempo de resposta de oito milissegundos e brilho de 500 cd/m2. Além disso, a taxa de atualização dela é de apenas 60 Hz, enquanto a maioria dos concorrentes já está apostando em 120 Hz. Isso quer dizer que todos esses indicadores não figuram entre os melhores da categoria.

Na prova que conta pra valer, isto é, a dos testes com filmes na tela, essa
Viera não decepcionou. A qualidade da imagem com Blu-ray foi muito boa. O painel IPS Alpha, com a mesma tecnologia que é utilizada nas TVs mais novas da LG, apresenta cores bem saturadas e ângulo de visão maior que o convencional. O som da TV também superou as expectativas – saiu bem detalhado e com graves fortes.

A Panasonic Viera TC-L37G11B traz visual sem nenhuma extravagância. Ela tem bom acabamento em black piano e frente limpa. Todos os botões de controle ficam na lateral direita. Do lado esquerdo, a TV tem um painel de conexões com entradas HDMI, S-Vídeo, vídeo composto e áudio RCA estéreo. Tem também uma saída P2 para o fone de ouvido e um slot para cartões SD.

As demais conexões ficam na traseira da
TV. Lá você encontra mais duas entradas HDMI, duas vídeo componente, duas vídeo composto e uma D-Sub. Todas essas acompanhadas de suas entradas de áudio. Existem ainda saídas de áudio digital óptica e analógica RCA estéreo.

Nossa grande decepção em relação a essa
Viera é a falta de uma porta USB, que jamais será compensada pelo slot para cartões SD. Com cartões, você consegue apenas ver fotos e vídeos gravados no padrão MPEG-2 AVCHD, um formato usado tradicionalmente apenas pelas filmadoras da Sony e da Panasonic.

 

 

Era uma TV muito barata. Não tinha tela full HD, não tinha quase nada. Ninguém podia rodar vídeo do pen drive. Porque não havia porta USB. Também não dava um show de imagens e tinha som fraquinho, fraquinho. Mas era feita com algum esmero e quebrava o galho na parede do quarto. Agora chega de musiquinha, pois não há verso que se encaixe com AOC D32W831, essa televisão de 1.499 reais com receptor digital. Brincadeira à parte, ela é uma opção para quem está sem grana e quer aposentar o modelo de tubo.

Todos os números dessa tela mostram que ela é o mais simples possível para os padrões atuais de uma
LCD – tem 32 polegadas e resolução de 1.366 por 768 pixels, o chamado HD Ready. Também funciona com o tempo de resposta altíssimo de 8 ms e possui taxa de contraste dinâmico de 25.000:1. Nos testes, o resultado confirma nossas expectativas. As imagens apresentam alguns ruídos e cores saturadas demais. No som, o destaque negativo vai para o baixo volume e para os graves, que deixam a desejar.

Embora não tenha porta USB e uma grande variedade de conexões, o modelo cumpre a lista básica de configurações nesse quesito. São duas HDMI, uma vídeo componente e uma vídeo composto, além de três RCA estéreo para áudio. O acesso às entradas e saídas laterais não é difícil. A base gira o suficiente para que o usuário alcance esse painel. O controle remoto, pequeno e bem sinalizado, tem atalhos para todas as fontes de vídeo.

Por dentro e por fora, a AOC D32W831 não parece uma TV da geração atual. Externamente, o acabamento em preto brilhante, com cantos arredondados, não chama a atenção pela beleza. No entanto, aparenta ter a robustez necessária para um modelo com tela fina. Uma proteção metálica pouco elegante cobre os alto-falantes.

Já os menus chegam a soar retrô. Eles parecem aquelas listas de opções de configuração dos monitores antigos para computador. E, convenhamos, o estilo MS-DOS não é o que se espera da tela de regulagem de um
LCD. Além de não serem bonitos, os menus também são confusos. O modo de TV digital, por exemplo, funciona de maneira separada, sem integração com as opções de ajuste do televisor. Isso indica a presença de um conversor de sinal analógico, e não de um receptor digital embutido.

 


 

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