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3 Home Theaters por menos de R$1.000,00
Fonte:
site - Info.abril.com.br (transcrição parcial)
Botar um sistema de som decente no
apartamento para curtir a trilha sonora dos filmes pode custar
menos de 1.000 reais. Testamos três modelos com player integrado
das marcas Philips, Samsung e Sony.
Todos são feitos para ambientes com cerca de 20 metros
quadrados, têm caixas 5.1 e estão nas lojas por 899 reais. Veja
as características de cada um e clique nas imagens conferir os
reviews completos.

Philips HTS3375
O compacto
Philips HTS3375 é um
home theater na medida para quem deseja turbinar o som de um
ambiente pequeno, com cerca de 20 metros quadrados, mas não está
disposto a gastar uma fortuna. Por 899 reais, ele não entrega o
áudio cristalino dos sistemas avançados, mas apresenta ótimo
nível de detalhes, principalmente com trilhas em 5.1. Assim como
outros equipamentos da categoria, ele já vem com DVD player e
receiver conjugados numa peça única.
Durante os testes do INFOLAB com filmes, o conjunto não deixou a
desejar no efeito de envolvimento e mostrou graves decentes. As
vozes também soaram mais naturais do que a média. Com músicas,
as frequências graves também marcaram presença e não embolaram
muito. Já os agudos tiveram brilho e nitidez muito destacados.
Com todas as fontes de áudio, o volume ficou bem alto – um
quarto da escala foi suficiente para ouvirmos trilhas e músicas
com ótima qualidade.
O
home theater também conseguiu ler uma boa variedade de
formatos de arquivos armazenados em pen drives. Entre eles, DivX,
XviD, WMV, MPEG-1, MPEG-2 e VOB, mas nenhum com a resolução de
720p. Também rodou músicas em MP3 e WMA. Uma bola dentro do
aparelho é exibir legendas em .srt com fonte branca, simples e
com contorno. Isso proporciona uma boa legibilidade. Com XviD, é
possível avançar a reprodução com imagens, mas não saltar
intervalos.
O
Philips HTS3375 tem dimensões reduzidas, abaixo da média
para sistemas integrados. O visual é simples e bonito, com
cantos arredondados e acabamento em preto brilhante. Na frente,
ele traz botões pequenos e redondos para controle de reprodução
e uma roda maior para o volume. A porta USB fica na frente, no
canto direito, e não possui tampa. Abaixo dela, existem tomadas
P2 para microfone e entrada auxiliar (MP3 Link). As tomadas e
terminais dos cabos das caixas têm identificação colorida. O
controle remoto, assim como todo o conjunto, também é
minimalista.
A navegação pelos menus é razoável. O problema é o visual
antiquado dessas telas, que parecem ter sido desenvolvidas dez
anos atrás. Os nomes dos arquivos aparecem com número limitado
de caracteres. Também não é possível enxergar capas de álbuns
embutidas nas músicas ou na pasta. Uma coisa boa é o preview de
fotos.
As conexões de áudio e vídeo estão acima do esperado para a
categoria. Existem duas entradas de áudio digital (óptica e
coaxial, além da HDMI) e duas RCA estéreo. O
home theater funciona como karaokê e grava as faixas de um
CD de áudio convencional. Depois, joga os arquivos em MP3 de até
320 Kbps no pen drive espetado na porta USB. O processo é feito
em tempo real. Isto é, as músicas selecionadas vão tocando e os
MP3 vão sendo gerados enquanto você ouve o som.

Samsung HT-Z320
Som de qualidade, design bonitinho, player
compatível com muitos formatos. Tudo isso é importante para um
home theater. Mas o leque de recursos é o ponto alto do Samsung
HT-Z320. O pacote inclui Bluetooth para receber música de
celulares, entrada USB para rodar arquivos multimídia, função de
karaokê e até um software para transformar CD de áudio em MP3,
jogando os arquivos no pen drive. Por essa boa variedade e,
claro, por ter áudio decente para ambientes pequenos, o modelo
de 899 reais pode valer a pena.
Durante nossos testes, a conexão por Bluetooth com um celular
Nokia N95 foi bem simples. A qualidade do áudio, transmitido em
estéreo, foi muito boa. A transmissão não apresentou
interferências nem mesmo quando estávamos com o telefone a cerca
de sete metros do home theater. Se quiser, o usuário também pode
dispensar alguns fios das caixas. O produto vem preparado para
trabalhar com um transmissor de som sem fio (SWA-4100) para as
caixas traseiras, que normalmente ficam atrás do sofá.
Com um pen drive espetado na porta USB, o player do home theater
rodou os arquivos em DivX, XviD, WMV, ASF, MPEG-1, MPEG-2 e VOB,
mas nenhum com resolução de 720p. Áudio em MP3 e WMA também
rodou sem problemas. As legendas .srt possuem fonte branca,
simples e sem contorno. A legibilidade fica prejudicada em cenas
com fundo branco. Com XviD, é possível avançar a reprodução com
imagens, mas não dá para saltar intervalos.
Em nosso teste de som com filmes, o
Samsung HT-Z320 se saiu bem. Os graves saíram decentes e,
ajustando o nível das caixas traseiras manualmente, o efeito de
envolvimento não deixou a desejar. Obviamente, o som não ficou
cristalino como nos sistemas avançados, especialmente nos
diálogos. E o som das vozes também ficou um pouco “encaixotado”,
com frequências médias muito mais destacadas. Com música, os
graves se fizeram presentes, mas faltou nitidez e brilho. No
modo 5.1, a distribuição foi boa.
A navegação pelos menus do home theater é média. O visual dos
menus é antiquado (parece ter sido criado dez anos atrás). Ele
exibe o nome dos arquivos com um número limitado de caracteres,
não exibe capas de álbuns embutidas em MP3 e também não tem
pré-visualização de fotos. O maior problema é não permitir a
navegação durante a execução das faixas e nem mostrar qual
arquivo está tocando
O player tem um porte robusto e acabamento limpo, todo em preto
brilhante. Os botões invisíveis ficam em regiões sensíveis ao
toque. Trazem uma discretíssima indicação da função em alto
relevo e não são iluminados, o que dificulta a operação no
escuro. O volume é ajustado por um botão grande do lado direito.
O controle remoto possui botões de ajuste (como nível das
caixas, modos Dolby e equalizações) que dispensam a navegação
pelos menus.

Procurando um
home theater bom e barato? Por 899 reais, o
Sony DAV-TZ200 não faz feio numa sala onde o espectador
assiste filmes a cerca de 3 metros das caixas frontais. Além de
possuir um player de DVD, esse aparelho também toca vídeos,
músicas e fotos pela porta USB. O que faz falta nesse modelo são
mais opções de conexão, já que ele traz apenas saídas HDMI,
vídeo composto e entrada RCA estéreo.
No quesito vídeo, até que o DAV-TZ200 manda bem. Isso porque ele
rodou diversos formatos de arquivos, durante nossos testes. Foi
só espetarmos um pen drive na entrada USB que o
home theater reconheceu filmes em DivX, XviD, MPEG 1 e 2 e
WMV, músicas em MP3 e WMA, além de imagens em JPEG. O aparelho
ainda foi capaz de carregar as legendas .srt. A fonte tem
tamanho satisfatório e boa legibilidade.
Com potência total de 500 watts, esse modelo da
Sony trabalha no padrão 5.1 – ou seja, tem cinco caixas
satélites e um subwoofer. O sistema produziu graves decentes no
INFOLAB e, ajustando manualmente o nível de volume das caixas
traseiras, o efeito de envolvimento sonoro correspondeu às
nossas expectativas. Mas o som, claro, não é cristalino como o
de
home theaters avançados. O design do aparelho é simples, e
os menus de navegação têm um aspecto espartano. Eles deveriam
ser mais intuitivos.
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