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Fonte:
http://info.abril.com.br/reviews/hardware/comparativos/3-ultrabooks-para-ameacar-o-reino-dos-tablets.shtml

Elegemos este site como o que detém informações
atualizadas e completas acerca deste produto para você. (transcrição
parcial)
“Ultrabook” é o nome que a Intel concebeu (e
registrou) para um design de notebook que apresenta características
como leveza, inicialização rápida e processamento suprido por chips
Sandy Bridge. Para além de uma jogada de marketing , o ultrabook é a
face mais visível de um grande movimento estratégico da Intel para
conter a expansão dos tablets.
Pelo menos no que concerne as CPU dos notebooks e desktops, vivemos
hoje sob a hegemonia da Intel e, em menor grau, da AMD. No entanto,
em um ritmo cada vez maior, os tablets têm escapado da condição de
meras plataformas de consumo para avançar sobre o terreno da
computação pessoal. Navegar na internet, assistir a vídeos e até
produzir músicas e documentos são atividades que já podem ser
desfrutadas em um iPad, um Xoom ou um Galaxy Note. A questão é que
são os chips da Nvidia, Qualcomm e Texas Instruments que têm tornado
essa revolução possível.
O contra-ataque da Intel consiste em flanquear os tablets e atacar
em duas frentes. Enquanto a linha de processadores Atom é usada para
tentar forçar a arquitetura x86 goela abaixo dos eletrônicos móveis,
o ultrabook têm objetivo de tornar os tablets menos relevantes. Por
enquanto, o sucesso estrondoso da arquitetura ARM (usada, por
exemplo, no iPhone 4S e no Galaxy S2) parece demonstrar que o RISC é
uma abordagem mais adequada para processadores de smartphones e
tablets. Contudo, se a última CES for uma indicação real do quê o
futuro reserva para a computação pessoal, a estratégia do ultrabook
é, no mínimo, muito promissora.
Os atributos que a Intel definiu para o design dos ultrabooks giram
em torno de dois componentes: o SSD e o system-on-a-chip Intel Core.
Na verdade, o SSD em si não é mandatório, embora seja desejável. A
Intel simplesmente exige um sistema de armazenamento que ofereça
rapidez suficiente no acesso de arquivos para emular a experiência
de um eletrônico que, à maneira de um tablet, está sempre pronto
para responder aos comandos do usuário. A linha Intel Core, por sua
vez, está passando por um processo de desenvolvimento em três
fases(Sandy Bridge, Ivy Bridge e Haswell) que pretende, entre outros
objetivos, aumentar a eficiência energética e fortalecer o
processamento gráfico.
Os três ultrabooks que testamos utilizam SSD e, é claro,
processadores Sandy Bridge. Com efeito, há muitas semelhanças entre
eles: desempenho excelente em tarefas mundanas, processamento
gráfico relativamente forte, boot rápido, longa duração de bateria,
peso inferior a 1,5 kg e design impecável. Os três também estão na
mesma faixa de preço. Há, no entanto, uma série de diferenças que
citaremos brevemente.
O MacBook Air é o pai de todos os ultrabooks. A primeira versão do
finíssimo da Apple já era um sinal que de o mundo dos notebooks
estava mudando, mas foi só com o Sandy Bridge que ele pôde ser
elevado a categoria de máquina séria. O grande diferencial do Air em
termos de hardware é a conexão Thunderbolt. Extremamente rápida e
versátil, essa porta justifica parcialmente a decisão da Apple de
oferecer uma configuração de entrada com apenas 64 GB de memória. No
entanto, trata-se de uma conexão muito pouco disseminada, o que
limita severamente sua utilidade. Desse modo, entre os três
ultrabooks avaliados, o Air é a um só tempo o melhor em
conectividade potencial e o pior em conectividade real.
A Asus é uma grande parceira da Intel. Portanto, era de se esperar
que um ultrabook de qualidade como o Zenbook fosse lançado mais cedo
ou mais tarde. Esse laptop é um pouco mais versátil que o MacBook
Air. Contudo, aqui no Brasil, um Air de configuração equivalente é
consideravelmente mais barato. Além disso, o touchpad do Zenbook não
é tão confiável quanto o dos outros dois ultrabooks avaliados.
O Samsung Série 9 proporciona, com uma ampla
vantagem, a maior autonomia de energia elétrica. Durante nossos
testes, a bateria desse ultrabook durou 137 minutos, uma marca
impressionante mesmo quando se considera que se tratava de um modelo
de 13 polegadas. No entanto, pelo menos por enquanto, a Samsung só
oferece uma opção de configuração e um tamanho de tela. Além disso,
o Série 9 também obteve resultados ligeiramente inferiores aos dos
outros dois ultrabooks nos benchmarks.
Também é preciso deixar claro que o Zenbook e o MacBook Air postados
a seguir são os modelos com telas de 11 polegadas. A comparação de
ambos com o Série 9 é válida na medida em que a maioria das
considerações traçadas sobre esses dois ultrabooks menores é também
relevante para os modelos maiores de cada marca. Confira as resenhas
completas:
Clique nas imagens para ler o review completo

Asus Zenbook UX21 - Nota 8,2
Leve e poderoso, o Zenbook é um belo representante da nova safra de
ultrabooks, os laptops fininhos e fáceis de transportar. O corpo de
alumínio com tela de 11,6 polegadas pesa 1,2 kg. A espessura não
passa de 1,7 centímetro na parte menos estreita. O modelo
impressiona pela capacidade de trabalhar com diversos tipos de
aplicativos de forma tão tranquila quanto outros notebooks com telas
de 13 a 16 polegadas testados no INFOlab. Na comparação com laptops
maiores, só ficou atrás ao rodar games 3D mais complexos. No lugar
do HD, usa drive de memória flash (SSD). Uma das vantagens é a
rapidez ao ligar. A desvantagem é o menor espaço para arquivos. Seu
preço é 3.999 reais.

Apple MacBook Air 11” – Nota 8,2
O novo MacBook Air de 11,6 polegadas continua idêntico no visual,
mas em seu interior há agora a geração mais nova dos processadores
Intel Sandy Bridge e a porta Thunderbolt. O modelo testado pelo
INFOlab conta com um Core i5 2467M de 1,6 GHz. Outra novidade em
relação ao modelo anterior é o sistema operacional. Agora as
máquinas são equipadas com o Mac OS X Lion. Por 3 mil reais,
o pequeno notável continua gerando intriga com seu pouco
armazenamento, são 64 GB em um SSD, mas também atrai uma legião de
fãs com seu design e massa de somente 1,06 kg.

Samsung Série 9 – Nota 8,2
Qualquer semelhança entre o design do notebook com tela de 13,3
polegadas Série 9 (900X3A-A01), da Samsung, e o MacBook Air, da
Apple, não é mera coincidência. Só que, além de bonito, fino (1,6
centímetro de espessura na região mais estreita) e leve (1,3 quilo),
o notebook coreano com corpo produzido com duralumínio, uma liga
metálica utilizada na indústria aeronáutica, é forte. O modelo é
equipado com o processador Intel Core i5 2537M, um dos primeiros
chips de baixo consumo de energia da geração Sandy Bridge. Graças a
isso, nos testes do INFOlab o Série 9 mostrou excelente desempenho e
autonomia. Cravou 8.063 pontos na ferramenta PCMark Vantage, que
avalia o desempenho da máquina, deixando para trás o MacBook Air
(2.544 pontos) e até mesmo o novo MacBook Pro de 13,3 polegadas com
processador Core i5 Sandy Bridge (5.431 pontos). A duração da
bateria, medida com o software Battery Eater simulando o uso intenso
do computador, chegou a 2 horas e 17 minutos. As laterais delgadas
limitam a oferta de conectores e excluem o drive óptico. O Série 9
custa 3.999 reais.
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