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Fonte:
http://info.abril.com.br/reviews/hardware/smartphones/motorola-razr.shtml

Elegemos este site como o que detém informações
atualizadas e completas acerca deste produto para você. (transcrição
parcial)
Para relançar a linha Razr, a Motorola
caprichou. Com tela de 4,3 polegadas, o Razr reúne as melhores
características de outros dois aparelhos da empresa, o Atrix e o
Milestone 3. O smartphone roda Android 2.3 com agilidade e sem
engasgos graças a um processador dual core. Nos testes do INFOlab, o
chip se mostrou inferior ao do Samsung Galaxy S II, mas não
decepcionou. Entre as novidades estão o Motocast, aplicativo que
acessa pela internet arquivos do PC (músicas, fotos, vídeos e
documentos) e um adaptador que transforma o celular em uma espécie
de netbook para ser usado na TV. A câmera de 8 megapixels com flash
LED faz fotos e vídeos de ótima qualidade.
Seria quase impossível não começar o review do Razr por sua
construção física. A carcaça que tem acabamento com fibra de Kevlar
(material resistente utilizado em coletes à prova de balas) e
Gorilla Glass na tela é elegante e ao mesmo tempo inusitada. O Razr
é um aparelho fino. Quase todo seu corpo tem 0,7 centímetros de
espessura, com exceção de uma parte mais grossa onde fica a câmera,
que mede 1,1 centímetros.
À primeira vista a quebra no design parece incômoda e desagradável
aos olhos. Mas ao contrário do que se espera, ela não gera nenhum
incômodo durante o uso do aparelho. A pegada pode ser desconfortável
e um tanto desajeitada no início, mas nada que o usuário não se
acostume rapidamente. Medindo 6,9 centímetros de largura e 13
centímetros de altura, o Razr é grandalhão se comparado à maioria
dos smartphones com tela de 4,3 polegadas, inclusive o Galaxy S II,
da Samsung.
A opção por um corpo sólido único
traz o inconveniente da troca de bateria. Caso haja
algum problema a troca só pode ser feita por uma
assistência técnica. O outro lado da moeda é uma
preocupação menor com partes quebráveis. Mesmo com o
reforço aos impactos e riscos, o Razr não é dos mais
resistentes à água, já que as conexões P2, microUSB
e microHDMI ficam sempre expostas na parte superior
do aparelho.
A face frontal é ocupada pela tela SuperAMOLED com
540 por 960 pixels. Isso garante uma maior
quantidade de pixels em relação ao Galaxy S II, mas
ao contrário dele, o Razr utiliza a antiga matriz
PenTile. Por outro lado, a tela do Razr entrega uma
densidade maior. São 225 ppi (pontos por polegada)
contra 217 ppi para o Galaxy S II. Se colocadas lado
a lado, a tela do Galaxy S II de fato oferece
imagens com mais definição, mas a diferença é muito
sutil. No aspecto geral, definição das cores e
principalmente velocidade, a tela do Razr oferece
uma excelente experiência. No canto superior,
deslocada para o lado direito da tela há uma câmera
de 1,3 MP para videochamadas. Na parte inferior há
os quatro botões sensíveis ao toque tradicionais do
Android (menu, home, voltar e pesquisa).
A Motorola acertou. O Razr V3 marcou toda uma
geração e se tornou rapidamente um ícone de design e
um dos aparelhos mais vendidos em todo o mundo. Com
a nova versão a empresa faz justiça ao antecessor e
entrega um hardware elegante, com um corpo sólido e
bastante resistente.
A nova interface, que surgiu com o
Atrix e se desenvolveu no Milestone 3 ficou ainda
mais interessante no novo aparelho. Com ícones,
padrões de cor e fontes redesenhadas, há diversos
efeitos nas transições de tela, como se os painéis
estivessem dispostos em diferentes ângulos, dando
uma impressão 3D. A principal mudança foi feita na
tela bloqueada. Ao contrário do que se vê em outros
smartphones com Android, o Razr traz três opções:
desbloquear, colocar no modo silencioso e ativar a
câmera. Dessa forma é muito mais simples registrar
uma imagem ou vídeo com velocidade, ou mesmo
interromper uma chamada inconveniente.
Além da troca de arquivos por DLNA com dispositivos
compatíveis, o Razr conta com o Motocast. Após
instalar o software no PC, é possível acessar os
vídeos e músicas armazenados na máquina pela
internet, fazendo streaming. Desse modo o usuário
pode ouvir suas músicas sem que elas sejam
transferidas para o aparelho. Para que isso funcione
corretamente é necessário configurar o aplicativo na
máquina e selecionar as pastas que serão
sincronizadas, além de manter o PC conectado o tempo
todo. O Motoblur, serviço que reúne todas as
informações do usuário e pode, entre outras coisas,
fazer backup de dados do usuário ficou menos
irritante. O Motoblur também reúne atualizações de
redes sociais.
Ao conectar o Razr em uma TV o aparelho mostra sua
versatilidade. A saída microHDMI exibe imagens em
1.080p na TV de duas formas: como uma central
multimídia ou como uma lapdock. Assim como no
Motorola Atrix ligado ao seu acessório que imita um
notebook, o Razr se transforma em um verdadeiro
netbook com navegador Firefox e acesso completo aos
aplicativos e recursos do aparelho. A tela é
convertida em um gigante mouse ou teclado qwerty,
facilitando a navegação e edição de documentos no
QuickOffice, por exemplo.
A interface de central multimídia é interessante e
garante acesso rápido à coleção de vídeos, fotos e
músicas. A reprodução de arquivos na TV ocorre sem
grandes problemas. O aparelho é compatível com os
formatos MP3, AAC+, WAV, WMA e Real Audio 10 para
áudio e MP4, H.263, H.264, WMV e RMVB para vídeo.
A câmera de 8 megapixels e flash LED faz boas fotos.
A resolução máxima de 3264 por 2448 pixels, aliada a
uma interface simples e gravação de vídeo em 1.080p
a 30 quadros por segundo garantem versatilidade na
hora de registrar imagens. Em ambientes externos e
bastante iluminados a qualidade das imagens é
excelente, com boa fidelidade nas cores e ajuste de
branco na medida correta. O modo macro (fotos de
objetos próximos) merece destaque. Em ambientes
pouco iluminados, o ruído se torna aparente em boa
parte das imagens e a qualidade cai, mas nada muito
prejudicial.
Mesmo com excelentes resultados, resultado geral da
câmera fica abaixo do obtido com o Galaxy S II e
iPhone 4S, principalmente na gravação de vídeo e
situações cenas com pouca luminosidade.
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